Comecei na moda, com um brechó virtual. Sem grana, fiz tudo sozinha - logo, paleta, site, as fotos (era eu a modelo!) e cada post. Foi ali, com o Instagram como vitrine, que me apaixonei pelo design.
Virei designer e criei a identidade visual de muitas mulheres. Todas amavam - e todas perguntavam a mesma coisa: "Isa, e agora? Como levo isso pras redes?" Nesse gap nasceu o meu trabalho com social media - e a minha paixão pela estratégia.
O capítulo mais recente começou dentro de casa. O Bruno, meu marido, é programador e trabalha com automação, e foi ele que me apresentou o Claude. Curiosa eu sempre fui: testava toda IA que aparecia pra usar no meu trabalho, e nenhuma tinha grudado de verdade. Essa grudou. Em pouco tempo eu tinha montado no Claude o sistema que hoje produz o meu conteúdo e o das minhas clientes. E hoje ele não sai do meu dia a dia, dentro e fora do trabalho.
Eu não virei programadora. Sou social media e designer, e aprendi na marra. Por isso eu consigo te mostrar de uma maneira descomplicada.